Dor no joelho: veja o que é bom e que tipo de tratamento não tem eficácia

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A dor anterior do joelho, ou síndrome fêmoro-patelar, é um dos problemas mais comuns entre os corredores. Um consenso a respeito de como tratá-la foi elaborado este ano por pesquisadores da área e publicado na principal revista científica da atualidade, o “British Journal of Sports Medicine”. Nele constam seis itens principais no cuidado dessa lesão. Confira:

1. Exercícios: são recomendados para diminuir a dor em curso, médio e longo prazo, e melhoram a função do joelho em médio e longo prazo. Eles devem ser focados no músculo e nos movimentos do quadril e joelho, associados a exercícios com descarga de peso, como agachamento unilateral e subida em degraus.

2. Combinar exercícios de quadril e joelho em vez de exercícios somente para o joelho: fortalecer somente o quadríceps, músculo da coxa, é menos eficiente no tratamento da dor no joelho do que combinar esses exercícios com fortalecimento dos músculos do quadril, principalmente os abdutores e rotadores laterais.

3. Intervenções combinadas: a combinação de intervenções, incluindo exercícios para o joelho e quadril, bandagem patelar e palmilhas ortopédicas são considerados apropriados para pacientes com síndrome fêmoro-patelar.

4. Palmilhas ortopédicas: são recomendadas para diminuir a dor apenas a curto prazo. As orientações científicas atuais dizem que esse acessório deve ser introduzido ao tratamento apenas por um curto intervalo de tempo (oito semanas, por exemplo).

5. Mobilização da patela, joelho e lombar não são recomendados: esse tipo de intervenção não possui boa evidência de que seja benéfica.

6. Recursos eletrofisiológicos não são recomendados: o famoso “choquinho” da fisioterapia não tem efeito sobre o problema e não deveria ser um tratamento de escolha.

Todas essas orientações devem ser utilizadas de acordo com o caso de cada pessoa, respeitando a individualidade de cada um.

Fonte: Globo Esporte

Sou Blogueira, motivada pelo diagnóstico da Artrite Reumatoide aos 26 anos, como profissional da enfermagem eu estava acostumada a lidar com a dor, porém, a dor dos outros e de repente a dor passou a ser minha companheira. Troquei o cuidar assistencial pelo cuidar informacional e escrevi o Blog Artrite Reumatoide, para compartilhar a minha dor, aprendi então, que Dor Compartilhada é Dor Diminuída. Hoje sou “Patient Advocacy”, social media, graduanda do curso de jornalismo na FiamFaam, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde e uma eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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Sou Blogueira, motivada pelo diagnóstico da Artrite Reumatoide aos 26 anos, como profissional da enfermagem eu estava acostumada a lidar com a dor, porém, a dor dos outros e de repente a dor passou a ser minha companheira. Troquei o cuidar assistencial pelo cuidar informacional e escrevi o Blog Artrite Reumatoide, para compartilhar a minha dor, aprendi então, que Dor Compartilhada é Dor Diminuída. Hoje sou “Patient Advocacy”, social media, graduanda do curso de jornalismo na FiamFaam, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde e uma eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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