O que é dor crônica ou persistente?

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Dor crônica é a dor que persiste por semanas, meses ou anos, apesar de terapia e intervenções. Ao contrário de dor aguda, a dor crônica não diminui após uma lesão inicial ou doença estar resolvida. Na verdade, algumas pessoas podem sofrer durante décadas de dor crônica, mesmo na ausência de qualquer  lesão específica ou evidência de doença.

Dor crônica pode ser intermitente ou contínua. Pode afetar as pessoas ao ponto de que eles não podem trabalhar, comer corretamente, participar em atividade física ou aproveitar a vida. Considera-se uma condição médica que deve ser tratada e pode ser gerenciada de forma eficaz. Doenças auto-imunes, diabetes e doenças cardíacas também podem trazer na dor crônica.

Segundo a Sociedade Americana de Dor, aproximadamente 86 milhões de pessoas nos Estados Unidos lidam com alguma forma de dor crônica.

Dor lombar é um dos mais importantes problemas de saúde. De acordo com os Centers of Disease Control and Prevention (CDC), 70% a 85% de todas as pessoas têm dores nas costas em algum momento de sua vida. Dor nas costas é a causa mais frequente da limitação da atividade em pessoas menores de 45 anos.

Dor de câncer (dor oncológica) afeta a maioria dos pacientes em estágios intermediários ou avançados de câncer. Aproximadamente 1,4 milhões de novos casos de câncer são diagnosticados a cada ano nos Estados Unidos.

Dor de artrite afeta quase 46 milhões de americanos anualmente.

Dores de cabeça (cefaleias) afetam milhões de pessoas no Brasil. Os tipos mais comuns de dores de cabeça crônicas incluem a enxaqueca, a cefaleia cervicogênica, a dor orofacial por Disfunção da Articulação Temporomandibular e a cefaleia tensional.

Fonte: Hong

Sou Blogueira, motivada pelo diagnóstico da Artrite Reumatoide aos 26 anos, como profissional da enfermagem eu estava acostumada a lidar com a dor, porém, a dor dos outros e de repente a dor passou a ser minha companheira. Troquei o cuidar assistencial pelo cuidar informacional e escrevi o Blog Artrite Reumatoide, para compartilhar a minha dor, aprendi então, que Dor Compartilhada é Dor Diminuída.
Hoje sou “Patient Advocacy”, social media, graduanda do curso de jornalismo na FiamFaam, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde e uma eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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