Ver muita televisão na infância prejudica ossos na vida adulta

0
648

Passar horas a fio não impulsiona apenas o sedentarismo. Este hábito cada vez mais frequente pode ser altamente prejudicial nas crianças, prejudicando não só a visão como também os ossos. Segundo um estudo da Universidade de Loughborough, no Reino Unido, ver muita televisão na infância prejudica os ossos na vida adulta, deixando-os mais vulneráveis a quebras ou a doenças como a osteoporose.

Conta a Reuter que quanto mais tempo as crianças passam a ver televisão, menor é a massa óssea que apresentam aos 20 anos (idade em que chega ao pico). Em causa, explicam os investigadores, está o facto das crianças passarem demasiado tempo sentadas ao invés de praticarem atividade física, algo que, por si só, fortalece os ossos e a musculatura. O estudo teve por base a análise a mais de mil crianças australianas, cujos pais tiveram que relatar o tempo que os filhos passavam, por semana, em frente à televisão quando tinham cinco, oito, 10, 14, 17 e 20 anos.

Fonte: Noticias ao minuto

Sou Blogueira, motivada pelo diagnóstico da Artrite Reumatoide aos 26 anos, como profissional da enfermagem eu estava acostumada a lidar com a dor, porém, a dor dos outros e de repente a dor passou a ser minha companheira. Troquei o cuidar assistencial pelo cuidar informacional e escrevi o Blog Artrite Reumatoide, para compartilhar a minha dor, aprendi então, que Dor Compartilhada é Dor Diminuída. Hoje sou “Patient Advocacy”, social media, graduanda do curso de jornalismo na FiamFaam, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde e uma eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

COMPARTILHE
Artigo anteriorDores nas costas atingem 27 milhões de brasileiros
Próximo artigoNovas regras para medicamentos isentos de prescrição
Sou Blogueira, motivada pelo diagnóstico da Artrite Reumatoide aos 26 anos, como profissional da enfermagem eu estava acostumada a lidar com a dor, porém, a dor dos outros e de repente a dor passou a ser minha companheira. Troquei o cuidar assistencial pelo cuidar informacional e escrevi o Blog Artrite Reumatoide, para compartilhar a minha dor, aprendi então, que Dor Compartilhada é Dor Diminuída. Hoje sou “Patient Advocacy”, social media, graduanda do curso de jornalismo na FiamFaam, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde e uma eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

SEM COMENTÁRIOS

Deixe uma resposta