A Fibromialgia e o tratamento com a Hipnose

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Nesta doença, para além dos músculos começarem a atrofiar, destaca-se cansaço extremo, falta de força significativa para a execução das tarefas mais banais, acrescida de uma dor fina e contínua. A medicina acredita que se trata de uma perturbação dos mecanismos da dor nos fusos neuromusculares, no entanto, através de vários estudos realizados por todo o mundo, a hipnose conclui e destaca a coincidência comparativa de que nos dois anos anteriores ao aparecimento desta doença, normalmente o paciente tem no seu histórico clínico, uma depressão profunda. Depressão com origem numa situação traumática. O recurso à hipnose deve ser visto como complemento ao devido acompanhamento dos especialistas competentes para o tratamento desta doença. Trata-se de uma terapia complementar que tem por base considerar que os traumas que as pessoas sofrem ao longo da sua vida são psicossomatizados no seu corpo, promovendo doenças e alterações físicas. Sendo a fibromialgia uma patologia orgânica crónica, que implica gestão da dor e das várias doenças do foro psicológico que podem surgir como resultado do fato do doente não conseguir gerir os sintomas, altamente incapacitantes, a hipnose vai atuar em várias frentes.

Primeiro são retiradas as emoções negativas provenientes de traumas pelos quais o paciente possa ter passado ao longo da sua vida. Posteriormente, o paciente receberá aumentar a sua autoestima e aprenderá a abraçar positivamente a sua doença, aprendendo a autocontrolar a dor e gerir a força necessária para executar as suas tarefas. Uma vez que se trata de uma doença que tem várias fases, o número de sessões a realizar vai depender muito da postura do paciente face ao tratamento. O tratamento pode ser realizado em cerca de dois meses, significando cerca de seis sessões.

Fonte: Goio News

Sou Blogueira, motivada pelo diagnóstico da Artrite Reumatoide aos 26 anos, como profissional da enfermagem eu estava acostumada a lidar com a dor, porém, a dor dos outros e de repente a dor passou a ser minha companheira. Troquei o cuidar assistencial pelo cuidar informacional e escrevi o Blog Artrite Reumatoide, para compartilhar a minha dor, aprendi então, que Dor Compartilhada é Dor Diminuída. Hoje sou “Patient Advocacy”, social media, graduanda do curso de jornalismo na FiamFaam, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde e uma eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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Sou Blogueira, motivada pelo diagnóstico da Artrite Reumatoide aos 26 anos, como profissional da enfermagem eu estava acostumada a lidar com a dor, porém, a dor dos outros e de repente a dor passou a ser minha companheira. Troquei o cuidar assistencial pelo cuidar informacional e escrevi o Blog Artrite Reumatoide, para compartilhar a minha dor, aprendi então, que Dor Compartilhada é Dor Diminuída. Hoje sou “Patient Advocacy”, social media, graduanda do curso de jornalismo na FiamFaam, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde e uma eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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